CONTEÚDO NEXIALISTAS

Mais com menos. Em tempos de crise se reinventar é a saída apontada por empresários brasileiros para gerar mais resultados com times menores

postado em: 10/08/2017

Ilustração pesquisa transformação organizacional

Não é fácil tomar decisões quando o mercado ainda está em mutação, ou melhor, quando não para de mudar. Pior ainda, quando é preciso produzir mais contando com equipes cada vez mais enxutas.

Para presidentes, vice-presidentes, diretores e gerentes de empresas no Brasil para sobreviver a esse cenário a chave é promover a transformação organizacional e uma maior aproximação com os colaboradores.

Isso é o que revela a pesquisa “O que pensam os líderes Brasileiros”, baseada na pesquisa BMI C-Suite Annual Survey 2017 realizada pela BMI Blue Management Institute, também controlada pelo fundo White Fox, como a Nexialistas Consultores.

O estudo foi realizado com mais de 100 executivos de grandes, médias e pequenas empresas do setor de serviços, varejo e indústria.

De acordo com os entrevistados, em uma crise que já dura 3 anos não há tempo para pessimismo. Em uma realidade disruptiva é preciso ser pragmático e se reinventar para gerar negócios.

Não a toa o interesse pela transformação organizacional tem crescido nos últimos anos. O tema aparece no topo das metas em 2017.

Ela é apontada por 71% das empresas ouvidas como primordial. Em 2015 representava 48% das respostas.

Entre as ações para alcançar esse objetivo, foram destacados:

Gráfico sobre Transformação Organizacional

 

Alto desempenho e lideranças

Outros temas que dividem a atenção dos gestores, de acordo com a pesquisa, são a busca por equipes de alto desempenho (69%) e o desenvolvimento de lideranças (42%).

Com os cortes e a redução de funcionários, investir na valorização dos colaboradores torna-se fundamental. Em times menores é importante o engajamento e o alinhamento as estratégias da companhia.  Equipes interessadas e mais envolvidas impulsionam o crescimento do negócio.

E parece que mais empresas tem assimilado esse ponto de vista. Entre as prioridades da agenda dos executivos estão:

 

Gráfico sobre colaboradores e lideranças

No entanto, há também a cobrança e expectativa de melhor desempenho dos funcionários. A pressão por efeitos positivos em prazos cada vez menores faz com que os gestores esperem das equipes um aumento de produtividade (23%) e a geração de resultados efetivos (21%).

O mesmo se aplica a liderança. Além de se adequarem as mudanças (32%) e engajar e motivar as equipes (30%), é desejado um bom desempenho na gestão operacional e de resultados (20%). O item não havia aparecido no ano passado, o que revela sua importância em um cenário de crise econômica.

 

Relacionamento com os colaboradores

Quando perguntado aos executivos sobre o envolvimento de suas equipes percebe-se um crescimento constante no nível de satisfação.

Em uma média em que o máximo é 5, esse nível chegou a 3.7 em 2015 e alcançou 4.2 neste ano.

Há uma mudança também no percentual de presidentes e diretores muito satisfeitos com seus times. Eles correspondiam a apenas 12% no ano passado e este ano são 33% dos entrevistados.

Não é de estranhar. Com equipes menores há necessidade de mais união e sinergia entre os colaboradores.

E para que esse envolvimento seja ainda maior, abrangendo inclusive os insatisfeitos, o foco dos empresários está em:

 

Gráfico sobre foco nos colaboradores

Transparência, propósito e pressão por curto prazo

Esses são os principais desafios e impactos considerados por presidentes e diretores ao tomarem suas decisões de negócios, de acordo o estudo.

A transparência na comunicação é citada por 95% dos entrevistados. Preocupação justificável considerando o cenário político do país e o envolvimento de empresas em recentes escândalos.

Como soluções para fortalecer o relacionamento com colaboradores e clientes, assim como a imagem das companhias, estão:

 

Gráfico sobre importância da comunicação

 

Promover significado e propósito entre os funcionários aparece em 93% das respostas das companhias.

É o reconhecimento da importância de se investir no capital humano das organizações.

Entre as prioridades são destacadas a busca por colaboradores que tenham valores afins com a corporação ( 31%), desenvolvimento de planos de carreira estruturados (27%) e investimento em programas de T&D para as equipes (24%).

Administrar conflitos entre cenários de curto e longo prazo é um desafio levantado por 71% dos gestores ouvidos. A pressão por resultados imediatos ainda é forte junto a presidentes e diretores. Eis as ações desempenhadas pelos entrevistados nessa situação.

 

Gráfico sobre cenários de curto e longo prazo

Experiência do cliente

Por último, mas não menos importante está a experiência dos clientes.

Com o consumidor ocupando cada vez mais espaço e ditando as ações, melhorar o relacionamento passa a ser um ponto de atenção para os executivos. Esse item é citado por 66% deles. Como solução, os gestores apostam em:

 

Gráfico sobre clientes

A pesquisa traz ainda informações sobre como estão direcionadas as lideranças, entre execução e pactuação. Você pode ter acesso a essas informações baixando o material completo. É só clicar na imagem  abaixo.

Se sua empresa também busca a transformação organizacional não deixe de ler nosso artigo sobre Transformação Digital. Se quiser saber mais sobre como envolver seus colaboradores e fomentar a inovação em suas equipes leia nosso post sobre Design Thinking.

Fonte: Todos os dados apresentados foram retirados da pesquisa BMI C-Suite Annual Survey. O estudo foi realizado pela Toledo e Associados em parceria com BMI Blue Management Institute, que faz parte do mesmo grupo que a Nexialistas.

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